Reforço do dispositivo de Policiamento Aéreo Báltico da NATO num contexto de tensões com a Rússia

Desde Março de 2004, a NATO realiza a missão de Policiamento Aéreo do Báltico, com o destacamento de 8 caças nas bases aéreas dos países bálticos, com o objectivo de realizar missões de policiamento aéreo nas zonas de controlo aéreo desses países. Na verdade, os três Estados Bálticos não estavam e ainda não estão em posição de ter sua própria força aérea de caça. Nos últimos anos, com o ressurgimento das tensões com a Rússia, o número de intervenções por esses dispositivos aumentou significativamente. 

Na sequência dos ataques na Síria perpetrados pelos 3 membros permanentes do Conselho de Segurança que também pertencem à NATO, os Estados Unidos, a Grã-Bretanha e a França, a NATO parece antecipar um aumento de incidentes aéreos com a Rússia e está a reforçar a sua força aérea, aumentando de 8 a 14 dispositivos implantados.

Sob comando português, cuja força aérea irá implantar 4 F16, a Espanha irá, portanto, implantar 6 Eurofighters Typhoon e France 4 mirage 2000-5, definitivamente sob ataque após a participação no ataque francês contra instalações químicas sírias. 

O Mirage 2000-5, que transporta 2 mísseis MICA guiados por infravermelhos e até 4 mísseis MICA de médio alcance guiados por radar, é muito adequado para este tipo de missão, graças às suas velocidades e taxas de ascensão muito elevadas. Além disso, seus custos de manutenção são inferiores aos de um RafalePor exemplo.

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