O avião de transporte e reabastecimento em vôo C-390 Millennium poderia sobreviver ao divórcio da Boeing / Embraer?

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O lançamento da joint venture entre a americana Boeing e a brasileira Embraer seria um dos principais eventos do ano no mundo aeronáutico. Reagindo à fusão entre a Airbus e a Bombardier canadense, a joint venture americana-brasileira foi permitir à Boeing completar sua gama de aeronaves civis com ERJs e E-Jets projetados no Brasil. Para assumir 80% da joint venture, a Boeing teria que pagar menos de US $ 4,2 bilhões. Em paralelo, uma segunda joint venture batizada de Boeing Embraer - A defesa, desta vez controlada em 51% pela Embraer, deve permitir à Boeing comercializar o avião militar brasileiro de transporte C-390 Millennium.

No entanto, em 25 de abril de o acordo entra em colapso de repente. A Boeing anuncia que não pretende acompanhar a joint venture com a Embraer, cada fabricante de aeronaves transferindo a responsabilidade por falhas no outro. Por vários dias, a situação se mostra incerta e as especulações estão aumentando, a fim de explicar a reversão da Boeing, que acumula decepções desde o final de 2018 e o acidente do voo 610 da Lion Air.

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O KC-390 visto no Paris Air Show 2017, antes da mudança de nome. O C-390 foi originalmente projetado para ser usado como reabastecedor em vôo, embora permaneça acima de tudo uma aeronave de transporte tático de alto desempenho.

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