Bellingcat demonstra existência de programa de armas químicas na Rússia

Em 2010, Dimitry Medvedev, então presidente da Federação Russa, anunciou o desmantelamento de toda sua infraestrutura para a produção de armas químicas e bacteriológicas, de acordo com os compromissos da convenção de 1997. Destruição de estoques de armas químicas, quando para eles, aconteceria em 2012, depois em 2015, para finalmente ter sido adiado para 2020. Mas esses anúncios oficiais poderiam muito bem ter sido apenas uma decoração de vitrine, e Moscou poderia muito bem ainda manter um programa de armas químicas, armas que teriam sido utilizadas nos ataques de vários dissidentes ou opositores políticos, incluindo o de Alexander Navalny, em uma saga que chegou às manchetes há 3 meses.

Em qualquer caso, isso é o que emerge deuma investigação aprofundada realizada pelo coletivo Bellingcat, a quem devemos em particular a identificação do envolvimento russo na destruição do voo MH17 sobre a Ucrânia em 2015. Em uma investigação de rigor exemplar, e com base em uma metodologia apresentada em um artigo relacionado, Bellingcat mostra que Alexandre Navalny foi de facto vítima de envenenamento por uma substância química pertencente ao grupo Novichok, resultante de uma operação realizada pelos serviços de inteligência russos, FSB e o GRUA.

navalny durante seu transporte da sibéria para a alemanha 62d6c4 Defesa Notícias | Armas Químicas | Federação Russa
O oponente político russo Alexander Navalny durante sua transferência para o Hospital Charité em Berlim. Vários laboratórios europeus confirmarão a presença de Novichok em seu corpo.

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