Rússia desenvolverá drones anti-drones após guerra de Nagorno-Karabakh

Desde a guerra da Chechénia, os exércitos russos, bem como os industriais do país, criaram um mecanismo de feedback muito eficaz que permite integrar rapidamente as lições aprendidas no terreno, para melhorar ou corrigir falhas de equipamento observadas. Este mecanismo foi particularmente utilizado durante a intervenção russa na Síria, com numerosas modificações feitas em quase todos os sistemas implantados no local. Além disso, o conflito serviu de campo de testes para muitos novos sistemas, sejam drones, aeronaves de combate, sistemas antiaéreos, veículos blindados ou sistemas robóticos.

Neste contexto, ele não poderia escapar dos planejadores russos o papel preponderante dos drones azerbaijanos, e especialmente munições perdidas de fabricação israelense, como o Harop, o Harpy e o Defender 1C, durante a guerra de Nagorno-Karabakh, que opôs as forças do Azerbaijão e da Armênia por mais de meses no Cáucaso. Estas munições perdidas, associadas ao bloqueio eficaz implementado pelas forças do Azerbaijão, desferiram golpes particularmente pesados ​​nas forças blindadas e nos sistemas de defesa antiaérea arménios de origem russa, incluindo os mais modernos, como o TOR M1.

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A ameaça de munição perdida

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