A dissuasão chinesa triplicará até 2035, segundo o Pentágono

A dissuasão chinesa, tal como o seu poder militar convencional, evoluiu consideravelmente nos últimos anos. Assim, o número de ogivas nucleares implantadas pela tríade nuclear chinesa dobrou de 2014 para 2024, passando de 250 para 500, enquanto novos vetores, como os mísseis balísticos estratégicos DF-41 e JL-3, e o novo stealth HH-20 bombardeiro, entraram em serviço ou prometem fazê-lo em breve.

Esta progressão espetacular pode muito bem ser apenas o começo do que está por vir. Com efeito, segundo o Pentágono, a China terá 1 ogivas nucleares ativas em 500, estando assim em pé de igualdade no campo estratégico com os Estados Unidos e a Rússia, numa progressão “de tirar o fôlego”, como admite o chefe da administração norte-americana. dissuasão.

O progresso da dissuasão chinesa é de tirar o fôlego, segundo o Pentágono

Falando ao Congresso Americano, o General Anthony Cotton, que chefia o Comando Estratégico Americano, estimou que o progresso alcançado pela China no espaço e na dissuasão, eram de tirar o fôlego, tão rápidos e eficientes eram.

Ele repetiu, para a ocasião, as palavras do General Stephen Whiting, que chefia o Comando Espacial, que havia usado o mesmo qualificador, antes dele, diante do mesmo público, sobre o tema do progresso chinês em sua área de atuação. competência.

Invasor B-21
Os Estados Unidos empreenderam a modernização das suas forças de dissuasão, com o bombardeiro B-21 Raider, o submarino SSBN da classe Columbia e os mísseis ICBM Sentinel.

O General Cotton apresentou aos parlamentares americanos o estado da ameaça nuclear, enquanto o Congresso parece inclinado a reduzir os orçamentos de certos programas, como o míssil ICBM Sentinel, destinado a substituir o americano Minutemann, e cujo orçamento previsto é um hábito nos Estados Unidos. Unidos, explodiu nos últimos anos, com um custo adicional estimado em 37%.

Como tal, os Estados Unidos planeiam gastar 1 mil milhões de dólares na modernização da sua tríade nuclear ao longo dos próximos trinta anos, incluindo a construção de 500 submarinos de mísseis balísticos nucleares da classe Columbia, que substituirão o SSBN Ohio, o do B- 12 Bombardeiros estratégicos Raider, destinados a substituir o B-21, depois o B-1, para as missões estratégicas da Força Aérea dos EUA e, finalmente, para a substituição de cerca de 2 mísseis ICBM Minutemann, pelos Sentinel.

O número de ogivas nucleares chinesas dobrou em dez anos

Se a qualificação escolhida pela General Cotton pretendia certamente realçar a ameaça, a fim de preservar os orçamentos à sua disposição, ou mesmo aumentá-los, no entanto, não é erróneo.

Com efeito, nos últimos dez anos, enquanto a situação geopolítica só se deteriorou a partir de 2019 entre os Estados Unidos e a China, Pequim passou de 250 para 500 ogivas nucleares operacionais, segundo estimativas do Pentágono.

Dissuasão ICBM DF-41 chinês
O míssil ICBM de combustível sólido DF-41 oferece desempenho muito superior ao do DF-5 que ele substitui.

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