Enxame de drones e energia dirigida, a dupla tecnológica americana para superar a negação de acesso

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Entre o colapso da União Soviética no início da década de 2010, as forças aéreas ocidentais, e os Estados Unidos em particular, estavam certos de que poderiam impor sua superioridade aérea a qualquer outra potência, a ponto de engajar-se em grandes campanhas sem nunca precisar desdobrar tropas no terreno, como no Kosovo em 1999 durante a Operação Força Aliada, ou na Líbia em 2011 durante a Operação Harmattan para a França e Protetor Unificado para a ONU. Mas a chegada gradual de novos sistemas de defesa antiaérea, como o S-400 (2007) et o S-350 (2019) na Rússia, e o QG-9B (2007) e o HQ-16 (2012) na China, e a melhoria de a eficácia das defesas aéreas multicamadas integradas, erodiram profundamente essas certezas, a ponto de agora falar sobre negação de acesso, ou seja, sistemas capazes de impedir a entrada no espaço aéreo por conta própria, mas também naval, protegido.

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